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16 de outubro de 2010
Ação Games nº4
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Adriano Rezende
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Atendendo ao pedido do Emerson, segue o scan da revista Ação Games nº4.
Essa edição, de Agosto de 1991, destaca o início da guerra dos videogames. De um lado o ouriço azul (ainda chamado de porco-espinho) que começava a conquistar os gamemaníacos com toda a sua velocidade e carisma, junto com Toe Jam & Earl e Mickey Mouse, entravam na batalha defendendo a Sega e seu super console, o Mega Drive. Do outro, um encanador bigodudo chegava montado em seu dinossauro que cuspia... fogo?! Tá bom, suponhamos que ele tenha comido uma tartaruga de casco vermelho. Mas não importa! O que importa realmente, é que ele chegava, e que futuramente, esse baixinho seria um dos grandes destaques nessa guerra (mas que ta esquisito esse fogo, isso tá!!).Chega de papo e confiram por si mesmos essa clássica revista, Ação Games nº4.
Até mais!
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28 de agosto de 2010
Moto de 8-bits em ExciteBike da Vida Real
Postado por
Adriano Rezende
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Famoso jogo da Nintendo é inspiração para a criação de moto, capacete, corrida e troféu.
O designer gráfico estadunidense Justin Harder fez algo que muitos fanáticos por videogame sempre quiseram quando crianças: ele recriou o jogo ExciteBike do NES , ou Nintendinho, com moto, pilotos, equipamentos, capacete, troféu e até corrida.
A moto foi feita de MDF sobre uma armação de metal e seus detalhes representam bem os pixels do jogo de 8 bits do console.
Entretanto, Harder e sua equipe não ficaram apenas na moto. Fizeram também as proteções do piloto, o capacete e até o troféu.
Harder ainda foi mais além e fez um vídeo reproduzindo uma corrida do ExciteBike. Vale à pena conferir!
ExciteBoost from Justin Harder on Vimeo.
O jogo de motocross foi lançado em 1984 e conquistou muitos gamers da época e faz sucesso ainda hoje, com a utilização de emuladores e ROMs.
As imagens com o processo de criação da moto você pode visualizar na página do perfil de Harder no Flickr
A página de Justin Harder no Vimeo pode ser acessada através do link: http://vimeo.com/harder
fonte: Yahoo!Tecnologia Continue lendo…
O designer gráfico estadunidense Justin Harder fez algo que muitos fanáticos por videogame sempre quiseram quando crianças: ele recriou o jogo ExciteBike do NES , ou Nintendinho, com moto, pilotos, equipamentos, capacete, troféu e até corrida.
A moto foi feita de MDF sobre uma armação de metal e seus detalhes representam bem os pixels do jogo de 8 bits do console.
Entretanto, Harder e sua equipe não ficaram apenas na moto. Fizeram também as proteções do piloto, o capacete e até o troféu.
Harder ainda foi mais além e fez um vídeo reproduzindo uma corrida do ExciteBike. Vale à pena conferir!
ExciteBoost from Justin Harder on Vimeo.
O jogo de motocross foi lançado em 1984 e conquistou muitos gamers da época e faz sucesso ainda hoje, com a utilização de emuladores e ROMs.
As imagens com o processo de criação da moto você pode visualizar na página do perfil de Harder no Flickr
A página de Justin Harder no Vimeo pode ser acessada através do link: http://vimeo.com/harder
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18 de maio de 2010
Elevator Action
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Magazine Games
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Elevator Action, um game de Spy Action lançado nos arcades em 1983 pela Taito, ahh que saudades desse tempo e principalmente dessa empresa que lançou muitas obras primas, hoje em dia ela é mais focada em Hardware de arcades, mas ainda assim tem suas obras.





O game em si não tem nada demais, porém quem o conheceu nos anos dourados com certeza tem um carinho marcado no coração. Até hoje me divirto vendo aquela cena inicial na qual o agente secreto invade um prédio pelo seu terraço, aquela musiquinha ecoa em minha cabeça até hoje.

A ação toda consiste em algo básico, descer os andares um a um pelos elevadores e escadas, tomando cuidado com os gângsteres que habitam o prédio. O nosso agente porta uma pistola para se defender dos maus encarados que também descem a bala em você. Ao conseguir chegar são e salvo no térreo, o agente entra em um carrinho vermelho e escrito HOT e vai embora para o próximo stage.
O Agente 17 contém apenas os movimentos de pulo, que ao acertar um individuo mata na hora como se estivesse desferindo uma voadora, abaixar e o de se esconder nas portas vermelhas para se desviar dos tiros. Outra técnica boa para se safar por alguns instantes é dar tiro nos lustres, quando os mesmos caem na cabeça dos vilões eles perecem na mesma hora e ainda por cima a energia fica cessada por alguns segundos, também da para esmagar os safados com os elevadores.


A trilha sonora não tem nada demais também, porém é algo marcante na memória dos marmanjos de plantão, eu até hoje acho engraçado o efeito sonoro que escutamos ao dar um pulo, o dos tiros que são bem secos, mas diretos... No fim da história, ela cumpre até que bem o seu papel.
As versões caseiras começaram a ser lançadas em 1985 tanto para os consoles quanto para os pc’s da época. Cada uma com suas limitações gráficas e sonoras, mas ainda assim era o game original. NES (1985), Sega SG-1000 (1985), Atari 2600 (essa versão na verdade foi apenas um protótipo que estava com 95% concluído, em 2001, na Classic Gaming Expo, a CGE Service Corporation lançou o game com a Box e Label Originais de Atari 2600, cerca de 200 cópias estão espalhadas pelo mundo), MSX (1985), Commodore 64 (1986), Amstrad CPC (1987) e ZX Spectrum (1986). 
























Em 1991 a Taito lançou uma versão com alguns reajustes para o Game Boy Monocromáticos. O agente está com os gráficos mais definidos, a trilha sonora esta mais agitada, porém é a mesma com alguns arranjos novos, a dificuldade também foi diminuída, já que agora o personagem tem corações para marcar a sua vida, assim não se tem mais as mortes instantâneas ao se levar um tiro ou despencar de um andar para o outro, as portas vermelhas que contém os arquivos secretos que o Agente 17 tem que recuperar na versão original, agora estão divididas entre portas com exclamação (!) para os arquivos secretos e interrogação (?) para adquirir pontos ou até mesmo armas, isso mesmo, essa versão tem novas armas além da pistola, é uma ótima conversão, mas a versão original é a melhor.



Em 2000 foi lançado Elevator Action EX para Game Boy Color, o game novamente era um upgrade da versão que havia sido lançada em 1991 para o Game Boy Monoromático, as novidades ficavam por conta dos novos gráficos e trilhas sonoras, quase tudo aqui é melhor, jogabilidade, dificuldade e gráficos. Um ponto novidade aqui é que agora o jogador não fica apenas com o pseudônimo Agente 17, aliás, ele foi totalmente abduzido aqui, no lugar podemos escolher entre três agentes novos que são Mike (é o mais equilibrado da equipe), Sarah (ágil e também é que tem pulos mais altos) e Guy (é o troglodita do grupo, lento e resistente), não é um mal game, porém ainda a versão original é a melhor.

Em 2002 saiu para Game Boy Advance Elevator Action Old & New, porém se limitou somente ao publico japonês. Nessa versão pode-se conferir o game original lançado em 1983 e a sua nova cartada, que sinceramente ficou muito ao estilo anime de ser, novamente você pode escolher entre três agentes, porém os trêsum equilibrado, uma mina ágil e um fortão, como o game saiu somente no Japão, não sei o nome dos três, mas isso não importa muito, já que todos são esquisitos. A trilha sonora, novamente decaiu mais ainda, muito animada perdendo aquele ar de suspense que havia anteriormente em outras versões, a movimentação ainda continua básica e sem enrolação, a única novidade é que agora ao apertar o botão R o personagem solta um molotov no chão que demora alguns segundos para explodir, tempo o suficiente para se afastar e não ser explodido junto a corja de bandidos. Os gráficos foram totalmente estilizados para o estilo nipônico, os gângsteres agora parecem com aqueles bandidos do velho oeste, usam um lenço para esconder o rosto e atacam em bandos, dificultando um pouco a sua aventura até o térreo. Essa versão vale apena somente pelo game original, porque o NEW não agradou muito.

Em 1994 chegou a sair uma continuação nos arcades e também para Sega Saturn em 1995, se chamava Elevator Action Returns, mas deixarei para comentar sobre esse game num próximo review, porque também merece a toda uma atenção especial.
Em 2005 a Taito lançou uma coletânea para PS2 e XBOX chamada Taito Legends, nesse compilado contém diversos games da velha guarda da Taito, entre eles o game em questão, Elevator Action.

Entre 2005 e 2006, a Taito lançou para os celulares o Elevator Action 3D, o game tem o estilo em 1º pessoa, seus ambientes são escuros para lhe passar um ar de suspense ao entrar em cada corredor para explorar, a novidade aqui fica por conta de uma habilidade que parece o Bullet-Time implantado nos filme e games de Matrix onde ao se ativar todos inimigos ficam em slow-motion te dando a vantagem de acabar com todos com facilidade. Outra novidade também é que agora o jogador pode contar com o auxílio de um mapa que indica onde estão os arquivos secretos que precisam ser recuperados e todos os elevadores da área. O único problema dessa versão, é que como quase todos os games de celulares, é distribuído somente em alguns países.
Com essa mania de PSN, Live e Wii Ware, em 2007 a Nintendo disponibilizou em sua rede Wii Ware/Virtual Console a versão de NES para ser baixada pelos gamers nostálgicos, ele custa 500 Wii Points. Para quem não tem o console e quer conhecer o game, vale a pena, porque é diversão na certa.
No ano passado (2009) saiu Elevator Action Death Parade, porém o game o game nem sequer saiu do oriente, a Taito trouxe ao público um game de shooter em 1º pessoa ao estilo de Time Crisis e House of the Dead, o gabinete também é uma coisa bem feita, o formato do mesmo é uma espécie de entrada de elevador muito chique, na qual quando se entra em um elevador elas se fecham de verdade, é uma pena que o game mudou muito em vista ao original, seria bacana ver um game desses revitalizado nos tempos atuais, vide Street Fighter 4 que usou a placa da própria Taito, a Taito Type–X2 e está contente com os frutos que colheu com essa versão do game, tanto é que está para sair até o super upgrade do game, o Super Street Fighter 4, que conta com vários novos adicionais.

Enfim, com tantas conversões, versões, continuações e side-games, o game é simples e básico, mas com uma diversão que ronda em cada fase a ser encarada e suas dificuldades, vale à pena conferir porque é um game para se pegar para passar o tempo, ele é como um Tetris de ação, você joga, joga, joga e sempre fica satisfeito até onde consegue chegar.
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7 de fevereiro de 2010
Game Boy - Especial
Postado por
Adriano Rezende
9
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UM COLOSSO PORTÁTIL
Em 31 de julho de 2009 o console mais importante da Nintendo completou 20 anos. Duas décadas atrás, com o sucesso do NES, a gigante japonesa do entretenimento resolvia expandir seu domínio além das salas de estar. Foi então que ela decidiu que queria acompanhar o seu usuário nos ônibus, nos carros, nos trens, no avião e etc. Foi o visionário Gunpei Yokoi, juntamente com a equipe de pesquisa e desenvolvimento 1, que transformaram o desejo da Nintendo em realidade. Nascia assim o console de bolso mais popular do mundo, o Game Boy.Game Boy em sua famosa versão popularmente conhecida como "tijolão"
Microvision e Game & Watch, respectivamente
DAVI vs. GOLIAS
Bem, mas o Game Boy se tornou muito próximo de não ser o novo hand-held lançado no mercado em 1989, pois nesta mesma época a Atari pretendia lançar o seu portátil e garantir uma boa fatia deste nicho. Tsc, tsc... ledo engano. Lançado em setembro de 1989 e utilizando uma forte propaganda, chegava nas prateleiras americanas o concorrente direto do Game Boy, o LINX. Embora sendo um portátil potente, com ampla tela de LCD colorida, som estéreo e jogos de visual muito bacana, ele não conseguiu ser páreo para o console monocromático da Nintendo.Atari Lynx em destaque
O grande defeito do LINX foi o seu alto preço na época do seu lançamento -189 doletas, em comparação aos U$90 do Game Boy- e o consumo excessivo de baterias. Enquanto o Game Boy necessitava apenas de 4 pilhas AAA e com duração de jogabilidade de 10-12 horas, o seu concorrente utilizava 6 pilhas AAA e durava apenas 4-5 horas. Mesmo assim, o hand-held da Atari fez algum sucesso quando do seu lançamento. Porém, a empresa não contava com a arma secreta da sua concorrente, Tetris!
FROM RUSSIA WITH FUN!!
Logo quando o Game Boy foi lançado a idéia era que nele fosse acompanhado o game Super Mario Land. No entanto, foi Henk Rogers, desenvolvedor de games e o cara que quase arrancou à força os direitos do Governo Soviético (ELORG) sob Tetris, que insistiu que o game acompanhasse o console da Nintendo. Com a sua célebre frase pronunciada para o presidente da Nintendo, Henk Rogers disse: “Se você quiser vender o console para crianças, acompanhe nele Super Mario Land. Se você quiser vender o console para todos, coloque Tetris”. A Nintendo não esperava, mas Tetris foi o responsável por alavancar de vez as vendas do pequenino. Fazendo ser vendido no mundo inteiro quase 35 milhões de cópias e 1 milhão somente na primeira semana de seu lançamento nos EUA. O game foi um fenômeno absoluto. Se Tetris tivesse um segundo nome, seria sucesso.Com Tetris e Super Mario Land formando a linha de frente de games de peso para o seu hand-held, a Nintendo conseguiu derrubar o LINX da Atari e o Game Gear da Sega com facilidade. Mesmo sendo consoles com uma capacidade muito superior ao monocromático da Nintendo eles não puderam concorrer com esse fenômeno. Durante os anos que sucederam o Game Boy ganhou novas versões, como o Game Boy Pocket, com uma tela de LCD maior e mais cores monocromáticas, e o Game Boy Color, o primeiro portátil à cores da Nintendo, ambos estratégias de marketing utilizadas para prolongar a vida do portátil.
Lançado em 1996, Pokémon conseguiu alavancar mais uma vez as vendas do portátil, pois ele praticamente reinventou a forma de fazer games. Não só pelo fato de ter sido lançado em duas cores, azul e vermelho, mas também por apresentar uma nova dinâmica de jogo. Com Pokémon era possível colecionar os monstrinhos (151 na época de seu lançamento), evoluí-los, batalhar com eles e pasmem, era possível trocá-los com seus amigos! Sim! Através do cabo link, Pokémon conseguiu elevar o portátil a um outro patamar de interação. Ash, Pikachu e sua turma conseguiram arrancar do bolso da criançada ao redor do mundo, bilhões em dinheiro com jogos e merchadising, tornando-se a franquia mais importante depois de Mario e enriquecendo os cofres da Nintendo até hoje.
O GAROTO CRESCEU
Porém, em 2001 o hardware do Game Boy color estava se tornando obsoleto, mesmo com o sucesso de Pokémon. Foi então que a Nintendo resolveu transformar o seu menino num homem, e lançou o Game Boy Advance. O GBA funcionou quase como um Super Nes em miniatura, só que mais incrementado. Mesmo não contando com um backlite na época em que foi lançado, o GBA sumiu das prateleiras logo quando chegou no mercado. Tendo sido criticado pelo público por ter uma tela bastante escura, o que tornava a experiência de jogar bastante desconfortável, em 2003 a Nintendo resolve lançar uma versão mais modernizada do GBA, o GBA SP. Dessa vez o portátil contava com um design que parecia mais um laptop, com uma tela de LCD colorida com frontlite e uma bateria recarregável interna. Essa versão foi um fenômeno de vendas, sendo responsável por vender 8 milhões de unidades, respondendo por quase metade das vendas da geração GBA.Semelhante a um Notebook, o GBA SP fez grande sucesso!
Mas, em 2005, influenciada pela onda nano, a Nintendo lança uma nova versão do GBA, o GBA Micro. Acompanhando o design do primeiro GBA, a versão Micro era menor, mais colorida e mais pecadora, pois não permitia jogar os games das versões anteriores ao GBA, tinha um preço elevado e estava ultrapassado, do ponto de vista tecnológico. Portanto, as vendas do Micro não foram tão significativas e o console não fez o sucesso que era esperado. Tendo sido o seu brilho ofuscado pelo recém-lançado Nintendo DS.
NDS e sua tela touchscreen: Uma maneira revolucionária de se jogar.
Mesmo não sendo mais produzido a influência do Game Boy repercute através dos tempos. Seja jogando na sua versão tijolão, pocket, color ou advance não podemos negar que a família Game Boy se tornou um dos ícones mais importantes da cultura pop e um dos sistemas mais importantes já lançado na história do videogame. Portanto, desejamos ao nosso querido Game Boy um feliz aniversário (atrasado) e uma longa vida ao console!!
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