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18 de maio de 2011

Crônicas de um Gamer - Resident Evil: Adentrando no mundo do "Horror de Sobrevivência"

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Uma das coisas mais fascinantes que o videogame pode nos proporcionar é a emoção de estar na pele de um personagem e vivenciar uma história, como se fosse um filme, mas com a diferença de que você é o ator principal e tudo está em suas mãos.

Na maioria dos jogos que vemos por aí, apenas controlamos os personagens como se fossem bonecos de marionete, mas existem alguns poucos e raros que não apenas nos coloca no controle do personagem, mas também nos faz imergir naquele mundo, como se nós mesmos estivéssemos dentro do jogo. Um desses raros foi lançado em 1996 e se chama Resident Evil. Me lembro como se fosse ontem.

Era um dia chuvoso e eu fui á locadora, (estabelecimento popularmente conhecido por aqui como "Game") quando me deparo com aquele jogo, que mais parecia um filme e ainda era de terror. Mal sabia eu e todos aqueles que assistiam atentamente, qual a repercussão que aquele jogo iria fazer.

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18 de maio de 2010

Elevator Action

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Elevator Action, um game de Spy Action lançado nos arcades em 1983 pela Taito, ahh que saudades desse tempo e principalmente dessa empresa que lançou muitas obras primas, hoje em dia ela é mais focada em Hardware de arcades, mas ainda assim tem suas obras.

O game em si não tem nada demais, porém quem o conheceu nos anos dourados com certeza tem um carinho marcado no coração. Até hoje me divirto vendo aquela cena inicial na qual o agente secreto invade um prédio pelo seu terraço, aquela musiquinha ecoa em minha cabeça até hoje.
A ação toda consiste em algo básico, descer os andares um a um pelos elevadores e escadas, tomando cuidado com os gângsteres que habitam o prédio. O nosso agente porta uma pistola para se defender dos maus encarados que também descem a bala em você. Ao conseguir chegar são e salvo no térreo, o agente entra em um carrinho vermelho e escrito HOT e vai embora para o próximo stage.O Agente 17 contém apenas os movimentos de pulo, que ao acertar um individuo mata na hora como se estivesse desferindo uma voadora, abaixar e o de se esconder nas portas vermelhas para se desviar dos tiros. Outra técnica boa para se safar por alguns instantes é dar tiro nos lustres, quando os mesmos caem na cabeça dos vilões eles perecem na mesma hora e ainda por cima a energia fica cessada por alguns segundos, também da para esmagar os safados com os elevadores.
A trilha sonora não tem nada demais também, porém é algo marcante na memória dos marmanjos de plantão, eu até hoje acho engraçado o efeito sonoro que escutamos ao dar um pulo, o dos tiros que são bem secos, mas diretos... No fim da história, ela cumpre até que bem o seu papel.

As versões caseiras começaram a ser lançadas em 1985 tanto para os consoles quanto para os pc’s da época. Cada uma com suas limitações gráficas e sonoras, mas ainda assim era o game original. NES (1985), Sega SG-1000 (1985), Atari 2600 (essa versão na verdade foi apenas um protótipo que estava com 95% concluído, em 2001, na Classic Gaming Expo, a CGE Service Corporation lançou o game com a Box e Label Originais de Atari 2600, cerca de 200 cópias estão espalhadas pelo mundo), MSX (1985), Commodore 64 (1986), Amstrad CPC (1987) e ZX Spectrum (1986).

Em 1991 a Taito lançou uma versão com alguns reajustes para o Game Boy Monocromáticos. O agente está com os gráficos mais definidos, a trilha sonora esta mais agitada, porém é a mesma com alguns arranjos novos, a dificuldade também foi diminuída, já que agora o personagem tem corações para marcar a sua vida, assim não se tem mais as mortes instantâneas ao se levar um tiro ou despencar de um andar para o outro, as portas vermelhas que contém os arquivos secretos que o Agente 17 tem que recuperar na versão original, agora estão divididas entre portas com exclamação (!) para os arquivos secretos e interrogação (?) para adquirir pontos ou até mesmo armas, isso mesmo, essa versão tem novas armas além da pistola, é uma ótima conversão, mas a versão original é a melhor.

Em 2000 foi lançado Elevator Action EX para Game Boy Color, o game novamente era um upgrade da versão que havia sido lançada em 1991 para o Game Boy Monoromático, as novidades ficavam por conta dos novos gráficos e trilhas sonoras, quase tudo aqui é melhor, jogabilidade, dificuldade e gráficos. Um ponto novidade aqui é que agora o jogador não fica apenas com o pseudônimo Agente 17, aliás, ele foi totalmente abduzido aqui, no lugar podemos escolher entre três agentes novos que são Mike (é o mais equilibrado da equipe), Sarah (ágil e também é que tem pulos mais altos) e Guy (é o troglodita do grupo, lento e resistente), não é um mal game, porém ainda a versão original é a melhor.

Em 2002 saiu para Game Boy Advance Elevator Action Old & New, porém se limitou somente ao publico japonês. Nessa versão pode-se conferir o game original lançado em 1983 e a sua nova cartada, que sinceramente ficou muito ao estilo anime de ser, novamente você pode escolher entre três agentes, porém os trêsum equilibrado, uma mina ágil e um fortão, como o game saiu somente no Japão, não sei o nome dos três, mas isso não importa muito, já que todos são esquisitos. A trilha sonora, novamente decaiu mais ainda, muito animada perdendo aquele ar de suspense que havia anteriormente em outras versões, a movimentação ainda continua básica e sem enrolação, a única novidade é que agora ao apertar o botão R o personagem solta um molotov no chão que demora alguns segundos para explodir, tempo o suficiente para se afastar e não ser explodido junto a corja de bandidos. Os gráficos foram totalmente estilizados para o estilo nipônico, os gângsteres agora parecem com aqueles bandidos do velho oeste, usam um lenço para esconder o rosto e atacam em bandos, dificultando um pouco a sua aventura até o térreo. Essa versão vale apena somente pelo game original, porque o NEW não agradou muito.

Em 1994 chegou a sair uma continuação nos arcades e também para Sega Saturn em 1995, se chamava Elevator Action Returns, mas deixarei para comentar sobre esse game num próximo review, porque também merece a toda uma atenção especial.

Em 2005 a Taito lançou uma coletânea para PS2 e XBOX chamada Taito Legends, nesse compilado contém diversos games da velha guarda da Taito, entre eles o game em questão, Elevator Action.

Entre 2005 e 2006, a Taito lançou para os celulares o Elevator Action 3D, o game tem o estilo em 1º pessoa, seus ambientes são escuros para lhe passar um ar de suspense ao entrar em cada corredor para explorar, a novidade aqui fica por conta de uma habilidade que parece o Bullet-Time implantado nos filme e games de Matrix onde ao se ativar todos inimigos ficam em slow-motion te dando a vantagem de acabar com todos com facilidade. Outra novidade também é que agora o jogador pode contar com o auxílio de um mapa que indica onde estão os arquivos secretos que precisam ser recuperados e todos os elevadores da área. O único problema dessa versão, é que como quase todos os games de celulares, é distribuído somente em alguns países.

Com essa mania de PSN, Live e Wii Ware, em 2007 a Nintendo disponibilizou em sua rede Wii Ware/Virtual Console a versão de NES para ser baixada pelos gamers nostálgicos, ele custa 500 Wii Points. Para quem não tem o console e quer conhecer o game, vale a pena, porque é diversão na certa.

No ano passado (2009) saiu Elevator Action Death Parade, porém o game o game nem sequer saiu do oriente, a Taito trouxe ao público um game de shooter em 1º pessoa ao estilo de Time Crisis e House of the Dead, o gabinete também é uma coisa bem feita, o formato do mesmo é uma espécie de entrada de elevador muito chique, na qual quando se entra em um elevador elas se fecham de verdade, é uma pena que o game mudou muito em vista ao original, seria bacana ver um game desses revitalizado nos tempos atuais, vide Street Fighter 4 que usou a placa da própria Taito, a Taito Type–X2 e está contente com os frutos que colheu com essa versão do game, tanto é que está para sair até o super upgrade do game, o Super Street Fighter 4, que conta com vários novos adicionais.

Enfim, com tantas conversões, versões, continuações e side-games, o game é simples e básico, mas com uma diversão que ronda em cada fase a ser encarada e suas dificuldades, vale à pena conferir porque é um game para se pegar para passar o tempo, ele é como um Tetris de ação, você joga, joga, joga e sempre fica satisfeito até onde consegue chegar.

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16 de fevereiro de 2010

Criador de God of War tenta recuperar a essência dos clássicos da era 16-bits em seu mais novo trabalho

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Jogo do criador de God of War lembrará a era do Super NES

O próximo jogo de David Jaffe, o criador de God of War/, fará você se sentir como se estivesse jogando algo no Super Nintendo, revelou em entrevista à Official PlayStation Magazine.

Isso não quer dizer, diz o diretor, que o game será "velho" ou "pequeno". Ele será similar aos clássicos da era 16-bits na essência de como eles impactaram o criador de Kratos. "Estamos tentando pegar isso, modernizá-lo e colocá-lo num jogo muito maior", disse.

Depois de sair da Sony em 2007, Jaffe fundou sua própria empresa, chamada Eat, Sleep, Play. Lá ele lançou apenas um jogo: Twisted Metal Head On: Extra Twisted Edition.

Não se sabe quando o novo projeto do criador de God of War chegará às lojas.



As perguntas são : 
Será que ele vai conseguir ??? 
O que ele quer dizer com : ser similar aos clássicos da era 16-bits na essência???
Será que teremos enfim um retorno do gênero beat'em up para os consoles atuais ??? 

O que você acha ??? 

Notícia "ripada" do GameTV

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28 de janeiro de 2010

River Raid – O primeiro jogo de “navinha” (Shoot’em Up) com tela vertical de sucesso na história!

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O Atari 2600 foi e ainda é um console muito querido e sempre será lembrado com muito carinho por todos que vivenciaram grandes momentos de alegria e diversão, seja com a família ou com os amigos, jogando videogame, naqueles bons e velhos tempos.
Os seus jogos, apesar de serem simples, ficaram marcados na memória de todos os gamers daquela geração.
Atari acabou se transformando em um símbolo cult, sinônimo de nostalgia e muitos de seus títulos acabaram se tornando clássicos absolutos!
Pois em homenagem á esse videogame que marcou época, o Game Nostalgia trás para vocês a série: "O Melhor do Atari 2600", onde recordaremos vários clássicos trazendo informações, curiosidades e claro, muita nostalgia!
A começar por...

Lançado em 1982 pela Activision, River Raid é um clássico, sendo um dos jogos mais populares de sua geração.
River Raid, em sua época, inovou os jogos de tiro (Shoot’em Up), em diversos aspectos. Um deles é o fato da aeronave controlada pelo jogador, se movimentar verticalmente ao longo de um rio, passando por diversos obstáculos, defrontando-se com vários tipos de inimigos, em um nível de dificuldade progressivo (naquela época, era algo comum os jogos serem passados em apenas uma única tela). Outro aspecto inovador foi a introdução de um tanque de combustível limitado, que obriga o jogador a reabastecer o avião nos postos espalhados pelo rio.
O jogo teve conversões para os microcomputadores MSX, Spectrum, IBM PC e Commodore 64, para os consoles Intellivision, ColecoVision, Atari 5200 e como parte da coletânea Activision Anthology, para Playstation 2, Game Boy Advance, PSP e Windows.
A fórmula de River Raid fez sucesso e foi utilizada e aperfeiçoada por incontáveis jogos que vieram a ser lançados no futuro, tais como Sonic Wings e Axelay, passando por várias gerações do videogame!
Muitos anos após o seu lançamento, o legado de River Raid ainda continua através de algumas empresas de softwares e dos próprios fãs, quais se encarregaram de criar algumas versões/remakes do jogo para computador, como é o caso de River Raid 1,5 e River Raid 3D.
Tais títulos você encontrará para download no site RiverRaid.org







Curiosidades

• River Raid é o nome da missão, cujo objetivo é “quebrar o bloqueio inimigo e destruir suas pontes para interromper o avanço de suas tropas“.
• O jogo foi desenvolvido pela primeira programadora profissional de games de que se tem notícia, Carol Shaw.
• River Raid foi o primeiro game a ser banido na Alemanha pelas autoridades, em 1984, sob o fundamento de que “provia às crianças, educação paramilitar” e de que jogá-lo causava nos jovens “raiva, agressividade, pensamento errático e dores de cabeça“(O banimento oficial de River Raid perdurou até 2002, por conta do relançamento do jogo como parte da coletânea Activision Anthology para Playstation 2).
• Ainda é desconhecido alguém que tenha chegado ao final do jogo.

Label do cartucho nacional de River Raid

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