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7 de janeiro de 2011

Insert Coin

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Insert Coin - por Berk Ozturk
CGHub || deviantART

via Wii and the kid

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18 de maio de 2010

Elevator Action

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Elevator Action, um game de Spy Action lançado nos arcades em 1983 pela Taito, ahh que saudades desse tempo e principalmente dessa empresa que lançou muitas obras primas, hoje em dia ela é mais focada em Hardware de arcades, mas ainda assim tem suas obras.

O game em si não tem nada demais, porém quem o conheceu nos anos dourados com certeza tem um carinho marcado no coração. Até hoje me divirto vendo aquela cena inicial na qual o agente secreto invade um prédio pelo seu terraço, aquela musiquinha ecoa em minha cabeça até hoje.
A ação toda consiste em algo básico, descer os andares um a um pelos elevadores e escadas, tomando cuidado com os gângsteres que habitam o prédio. O nosso agente porta uma pistola para se defender dos maus encarados que também descem a bala em você. Ao conseguir chegar são e salvo no térreo, o agente entra em um carrinho vermelho e escrito HOT e vai embora para o próximo stage.O Agente 17 contém apenas os movimentos de pulo, que ao acertar um individuo mata na hora como se estivesse desferindo uma voadora, abaixar e o de se esconder nas portas vermelhas para se desviar dos tiros. Outra técnica boa para se safar por alguns instantes é dar tiro nos lustres, quando os mesmos caem na cabeça dos vilões eles perecem na mesma hora e ainda por cima a energia fica cessada por alguns segundos, também da para esmagar os safados com os elevadores.
A trilha sonora não tem nada demais também, porém é algo marcante na memória dos marmanjos de plantão, eu até hoje acho engraçado o efeito sonoro que escutamos ao dar um pulo, o dos tiros que são bem secos, mas diretos... No fim da história, ela cumpre até que bem o seu papel.

As versões caseiras começaram a ser lançadas em 1985 tanto para os consoles quanto para os pc’s da época. Cada uma com suas limitações gráficas e sonoras, mas ainda assim era o game original. NES (1985), Sega SG-1000 (1985), Atari 2600 (essa versão na verdade foi apenas um protótipo que estava com 95% concluído, em 2001, na Classic Gaming Expo, a CGE Service Corporation lançou o game com a Box e Label Originais de Atari 2600, cerca de 200 cópias estão espalhadas pelo mundo), MSX (1985), Commodore 64 (1986), Amstrad CPC (1987) e ZX Spectrum (1986).

Em 1991 a Taito lançou uma versão com alguns reajustes para o Game Boy Monocromáticos. O agente está com os gráficos mais definidos, a trilha sonora esta mais agitada, porém é a mesma com alguns arranjos novos, a dificuldade também foi diminuída, já que agora o personagem tem corações para marcar a sua vida, assim não se tem mais as mortes instantâneas ao se levar um tiro ou despencar de um andar para o outro, as portas vermelhas que contém os arquivos secretos que o Agente 17 tem que recuperar na versão original, agora estão divididas entre portas com exclamação (!) para os arquivos secretos e interrogação (?) para adquirir pontos ou até mesmo armas, isso mesmo, essa versão tem novas armas além da pistola, é uma ótima conversão, mas a versão original é a melhor.

Em 2000 foi lançado Elevator Action EX para Game Boy Color, o game novamente era um upgrade da versão que havia sido lançada em 1991 para o Game Boy Monoromático, as novidades ficavam por conta dos novos gráficos e trilhas sonoras, quase tudo aqui é melhor, jogabilidade, dificuldade e gráficos. Um ponto novidade aqui é que agora o jogador não fica apenas com o pseudônimo Agente 17, aliás, ele foi totalmente abduzido aqui, no lugar podemos escolher entre três agentes novos que são Mike (é o mais equilibrado da equipe), Sarah (ágil e também é que tem pulos mais altos) e Guy (é o troglodita do grupo, lento e resistente), não é um mal game, porém ainda a versão original é a melhor.

Em 2002 saiu para Game Boy Advance Elevator Action Old & New, porém se limitou somente ao publico japonês. Nessa versão pode-se conferir o game original lançado em 1983 e a sua nova cartada, que sinceramente ficou muito ao estilo anime de ser, novamente você pode escolher entre três agentes, porém os trêsum equilibrado, uma mina ágil e um fortão, como o game saiu somente no Japão, não sei o nome dos três, mas isso não importa muito, já que todos são esquisitos. A trilha sonora, novamente decaiu mais ainda, muito animada perdendo aquele ar de suspense que havia anteriormente em outras versões, a movimentação ainda continua básica e sem enrolação, a única novidade é que agora ao apertar o botão R o personagem solta um molotov no chão que demora alguns segundos para explodir, tempo o suficiente para se afastar e não ser explodido junto a corja de bandidos. Os gráficos foram totalmente estilizados para o estilo nipônico, os gângsteres agora parecem com aqueles bandidos do velho oeste, usam um lenço para esconder o rosto e atacam em bandos, dificultando um pouco a sua aventura até o térreo. Essa versão vale apena somente pelo game original, porque o NEW não agradou muito.

Em 1994 chegou a sair uma continuação nos arcades e também para Sega Saturn em 1995, se chamava Elevator Action Returns, mas deixarei para comentar sobre esse game num próximo review, porque também merece a toda uma atenção especial.

Em 2005 a Taito lançou uma coletânea para PS2 e XBOX chamada Taito Legends, nesse compilado contém diversos games da velha guarda da Taito, entre eles o game em questão, Elevator Action.

Entre 2005 e 2006, a Taito lançou para os celulares o Elevator Action 3D, o game tem o estilo em 1º pessoa, seus ambientes são escuros para lhe passar um ar de suspense ao entrar em cada corredor para explorar, a novidade aqui fica por conta de uma habilidade que parece o Bullet-Time implantado nos filme e games de Matrix onde ao se ativar todos inimigos ficam em slow-motion te dando a vantagem de acabar com todos com facilidade. Outra novidade também é que agora o jogador pode contar com o auxílio de um mapa que indica onde estão os arquivos secretos que precisam ser recuperados e todos os elevadores da área. O único problema dessa versão, é que como quase todos os games de celulares, é distribuído somente em alguns países.

Com essa mania de PSN, Live e Wii Ware, em 2007 a Nintendo disponibilizou em sua rede Wii Ware/Virtual Console a versão de NES para ser baixada pelos gamers nostálgicos, ele custa 500 Wii Points. Para quem não tem o console e quer conhecer o game, vale a pena, porque é diversão na certa.

No ano passado (2009) saiu Elevator Action Death Parade, porém o game o game nem sequer saiu do oriente, a Taito trouxe ao público um game de shooter em 1º pessoa ao estilo de Time Crisis e House of the Dead, o gabinete também é uma coisa bem feita, o formato do mesmo é uma espécie de entrada de elevador muito chique, na qual quando se entra em um elevador elas se fecham de verdade, é uma pena que o game mudou muito em vista ao original, seria bacana ver um game desses revitalizado nos tempos atuais, vide Street Fighter 4 que usou a placa da própria Taito, a Taito Type–X2 e está contente com os frutos que colheu com essa versão do game, tanto é que está para sair até o super upgrade do game, o Super Street Fighter 4, que conta com vários novos adicionais.

Enfim, com tantas conversões, versões, continuações e side-games, o game é simples e básico, mas com uma diversão que ronda em cada fase a ser encarada e suas dificuldades, vale à pena conferir porque é um game para se pegar para passar o tempo, ele é como um Tetris de ação, você joga, joga, joga e sempre fica satisfeito até onde consegue chegar.

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3 de abril de 2010

Street Fighter 1

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Todos nós sabemos que Street Fighter 2 foi um clássico dos clássicos, que trouxe várias inovações ao gênero que até então havia sido muito pouco explorado, os únicos concorrentes eram dois games da SNK, Fatal Fury 1 e Art of Fighting 1, esses dois até que tinha idéias inovadoras, principalmente Art of Fighting, porém, tamanho era o sucesso do game da Capcom e a tardia chegada dos games da SNK para algumas regiões aqui no Brasil, fizeram essa diferença, poucos conheceram esses games no seu tempo de lançamento.

Em por falar de pouco conhecimento, eu sinceramente não conheço ninguém pessoalmente que tenha jogado ou ao menos visto Street Fighte 1, esse game desde seu lançamento em 1987 foi raramente citado por revista até então, a grande maioria dos gamers foram conhecer ele com a chegada de emuladores ou em uma recente coletânea da Capcom (Capcom Classics Collection Volume 2) que foi lançado para PS2 e X-Box em Novembro de 2006.
Street Fighter usava botões de pressão, era apenas um soco e um chute que modificavam a força de acordo com a intensidade do aperto dos mesmos.




Por incrível que pareça, Street Fighter não foi o primeiro game de luta, porém foi ele que trouxe os inovadores golpes com comandos, eram apenas um botão de soco e um de chute, mas ambos tinham o esquema de sensibilidade, onde dependendo da intensidade que se aperta o botão o ataque saia em fraco, médio ou forte. O problema dessa inovação para os jogadores atuais acostumados com uma jogabilidade ágil, é que os comandos são uma briga para saírem, é uma briga intensa com o joystick para soltar um Hadouken.
O visual do game também era bom, cenários e personagens muito bem feitos, mas a movimentação dos mesmos pecava feio, ao se andar para frente ou para traz o boneco ficava saltando que nem uma rã e ao enfrentar uma jogatina solo, os oponentes te atacam feito doidos que a gente nem consegue saber onde se defender. Já o áudio é bom levando em consideração a sua época, ele tem algumas vozes digitalizadas, as músicas são boas, mas os efeitos sonoros dos ataques são fracos, para quase todos que conheceram a série pelo segundo game estranhará ouvindo Ryu e Ken soltando seus Hadokens, Shoryukens e Tatsumakis, isso porque o nome dos ataques são falados em inglês (Hadouken = Ball of Fire, Shoryuken = Dragon Punch, Tatsumaki Senpukyaku = Hurricane Kick).
O mapa mundi era simples, mas eu gostei desse ar de velho que ele tem.

Os pre-bout são bem simples e com uma arte fraca nos tempos atuais, mas em 87 isso era o top.
Ao iniciar o game você não pode selecionar um personagem como acontece com Street Fighter 2, o primeiro player será sempre o Ryu e o segundo sempre o Ken, e o jogador tem dez oponentes para enfrentar para terminar o game (Birdie, Eagle, Joe, Mike, Gen, Lee, Geki, Retsu, Adon e Sagat), vencer esses dez rivais não será tarefa fácil nem para os mais experientes em games de luta, a pancadaria é toda desgovernada e sem noção. O game também contém dois bônus no quais consiste em quebrar tocos de madeira e telhas, um fica alguns caras segurando as madeiras e no outro você tem que dar uma de Daniel-San e descer a mão para rachar a pilha de telhas ao meio.
Street Fighter 1 também chegou a sair para consoles e pc’s que circulavam naquele tempo (Amiga PC, PC Engine, Comodore 64, DOS, Amstrad CPC e Atari ST). Com a ajuda de um amigo que tem PC Engine e que tem esse game para o console, consegui algumas informações sobre essa versão, já as demais para as outras plataformas não se acha informação em canto algum.

A versão de PC Engine foi a que se aproximou mais da versão arcade, por ser um console de CD, essa versão possui alguns loads, nada monstruoso como os de Neo Geo CD, a movimentação dos personagens está intacta, mas nos cenários teve perdas de alguns elementos, as barras de energia também são um pouco diferentes e tempo fica abaixo das mesmas, os personagens em si ficaram um pouco menores, isso acontecia também em Street Fighter 2 dos 16 bit’s e até mesmo em games mais recentes como king of Fighters 98 e 99 para Dreamcast, o áudio teve uma algumas modificações, pelo fato de ser em CD o game teve suas musicas arranjadas, ganhando mais batidas para deixar mais atual a época em que foi lançado.
A versão de PC Engine foi convertida pela Hudson e o titulo foi modificado por Fighting Street, o motivo dessa mudança eu ainda desconheço (seria por direitos com a Capcom?).
Recentemente, alguns programadores Mugen, fizeram uma versão corrigida do game e por incrível que pareça, bem melhor que o original, os golpes saem com facilidade, as barras de energia foram desenvolvida para um designe bem mais bacana, sem contar que adicionaram até especiais e contadores de HIT, graficamente e sonoramente o game é o mesmo, mas vale a pena dar uma conferida.
Quem gosta de Mugen pode conferir essa versão feita por fãs que sinceramente ficou ótima.
Enfim, falar de um game clássico que nunca foi muito explorado é fácil, porém só jogando mesmo para se ter idéia melhor do que se trata, então eu aconselho a todos a dar uma garimpada na net que vocês encontraram uma ROM dele, assim poderão apreciar essa jóia.
Sim Ken, vamos precisar de muita sorte para encarar esse game... ow roubalheira infernal.

PC DOS

AMIGA


Comodore64


PC Engine


Amstrad CPC


Arcade

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